A paisagem rural e o trigo
Coxilhas, araucárias e campos de trigo dourados ao entardecer — o cartão-postal do interior marauense.
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O que ver em Marau: santuários, praças, a lagoa, a avenida dos desfiles e a paisagem do interior. Muitos também são monumentos ou espaços culturais.
Coxilhas, araucárias e campos de trigo dourados ao entardecer — o cartão-postal do interior marauense.
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A via que atravessa a cidade de norte a sul, palco dos desfiles, e o portal que recebe quem chega.
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Setecentos e cinquenta lugares, considerada o maior auditório do interior do Estado. Inaugurada em 2012.
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Prédio de 1934 dos Freis Capuchinhos. Hoje abriga projetos culturais, a Fábrica de Gaiteiros e um hub de inovação.
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Erguida por um casal em 2020, no dia em que completavam 56 anos de casados, sobre a fonte de água que servia à família.
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Revitalizada e entregue à comunidade em 2024, com deques de madeira, academia ao ar livre e águas dançantes à noite.
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Inaugurado em 1998 na antiga cantina do convento. Seu acervo de 102 fotografias foi digitalizado.
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O símbolo da comunidade: estádio, ginásios, pista de motocross, capela, palco de shows e área de camping.
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A entrada do Parque Municipal, onde ficam a Secretaria do Parque e a capela dedicada a Nossa Senhora Aparecida.
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O ponto de encontro da cidade, em frente à Matriz. O antigo chafariz foi inaugurado em 1979.
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Imagem de cerca de sete metros sobre um mirante, no bairro Constante Fuga. É a maior escultura do município.
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Trinta e sete metros, sete pavimentos, três sinos e 205 degraus. Tombada em 2022, com visitação guiada pela Secretaria.
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