Igreja de Cruzinhas
Capela Nossa Senhora da Saúde, salão comunitário e campanário. Bem tombado com projeto de restauro contratado.
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Os símbolos oficiais do município — o brasão de armas e o hino — e os registros do patrimônio edificado guardados no acervo municipal.
O brasão foi instituído pela Lei nº 472, de 1º de julho de 1969, assinada pelo então prefeito Severino De Toni. O desenho traz no listel a data da emancipação municipal: 18-XII-Marau-1954.
Descrição heráldica. Escudo português, terciado em mantel, em ouro, prata e sinople, com um pinheiro estilizado, de sua cor, partindo o escudo. No campo de sinople, de cujo centro nasce o pinheiro, um arado de prata à dextra e um suíno passante à sinistra. Coroa mural de três torres. Listel de blau carregado da inscrição em preto 18-XII-Marau-1954. Como tenentes, à sinistra um colono de torso nu, tendo as mãos em cima da ponta do cabo de uma enxada e de uma pá; à dextra o índio Marau, que deu o nome ao município, armado de arco e flecha.
| Campo de ouro | A riqueza do município — a agricultura, o comércio, a indústria — e o caráter firme do povo |
| Prata | A bondade do ar, do clima e do povo, e a pureza dos sentimentos |
| Campo de sinople (verde) | Os campos e as matas que ornam o município e a esperança constante na grandeza da terra |
| Pinheiro estilizado | A primitiva riqueza vegetal da região |
| Arado de prata | O trabalho agrícola, riqueza do município |
| Suíno de ouro | A pecuária, outra riqueza municipal |
| Coroa de três torres | A cidade nascida de modesta vila, hoje cidade progressista e altiva |
| Listel de blau (azul) | O céu, a virtude, o espírito de cooperação e trabalho |
| Data e nome em preto | A tenacidade do povo |
| O colono, à sinistra | Homenagem aos arquitetos da riqueza municipal |
| O índio, à dextra | Recordação das lutas travadas contra o índio Marau pela conquista da terra, seu povoamento e sua cultura |
A lei determina que o brasão seja usado em todos os documentos municipais, em preto e branco ou nas cores naturais, bem como nos próprios do Município, em pedra ou metal.
Para o uso em preto e branco, a lei fixa as normas internacionais de representação das cores: o ouro é representado por pontinhos em todo o campo; a prata fica em branco; o sinople, por traços inclinados da sinistra para a dextra; o tronco do pinheiro por traços pretos e a copa por traços inclinados da sinistra para a dextra; o azul do listel por traços horizontais; e a carnação do colono e do índio por levíssimo sombreado preto.
Letra e música de Frei Luiz Sebastião Turra, com arranjo do Irmão Bernardi. Foi oficializado pela Lei nº 4.134, de 8 de março de 2007, sancionada pelo prefeito Vilmar Perin Zanchin, que tornou obrigatórias a execução e o canto do hino nas solenidades cívicas do município e determinou sua divulgação e ensino nas escolas municipais públicas e particulares.
Precisamos cantar nossa terra
Terra, mãe que Marau se tornou
Gratidão ao passado devemos
Pela herança que aqui nos deixou
Encontramos sementes fecundas
Tanta vida entre nós se gerou
Encontramos raízes profundas
Sobre elas Marau se firmou
Este nome que era de um índio
Cujo sangue na terra caiu
Esta bela paisagem que vemos
Cujo os braços a todos se abriu
Tudo clama por fraternidade
Neste solo onde um povo nasceu
É um recanto de paz no Rio Grande
É Marau que de amor floresceu
Hoje somos um povo que luta
Que progride com fé, com vigor
No comércio, na indústria, na terra
Conquistamos o pão com suor
Cultivamos o nobre desejo
De integrar, promovendo os irmãos
Com direitos iguais para todos
Solidários nos damos as mãos
É Marau, é Marau, é Marau
Um recanto de paz e de amor
Marau tem três bens tombados identificados nas publicações da Prefeitura. Cada um tem a sua página, com descrição, imagem destaque e galeria de fotos.
Capela Nossa Senhora da Saúde, salão comunitário e campanário. Bem tombado com projeto de restauro contratado.
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Bem tombado do município, com projeto de restauro contratado. O acervo do museu guarda dezesseis fotografias da reforma de 1999.
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Trinta e sete metros, sete pavimentos, três sinos e 205 degraus. Tombada em 2022, com visitação guiada pela Secretaria.
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